Translate

terça-feira, 19 de agosto de 2014

DERRUBANDO AS FORTALEZAS MENTAIS


Em Lucas 14.1-12, encontramos o relato de Jesus visitando a casa de um fariseu importante e participando da refeição num sábado. É claro que Jesus deu certa prioridade a estar junto tanto dos fariseus como dos escribas. Por isso em Lucas temos outros quatro relatos de Jesus em casa de fariseus. Por que, afinal, Jesus gostava tanto de estar com estas pessoas de cabeças tão duras? Penso que o "cabeçadurismo" era uma das principais razões.

A religiosidade exacerbada dos fariseus evidencia um tipo de fortaleza mental muito complicada. Há poucos dias (16/08), o noticiário internacional informou que extremistas islâmicos no Iraque, na província de Nínive, mataram cerca de 80 homens da etnia yazidi porque estes não quiseram "se converter" ao Islã. Que método de "evangelismo" mais absurdo é este? Conversão ou morte! Como alguém pode achar-se cheio de razão de matar o outro que não se ajusta às suas convicções? Somente tendo fortalezas mentais religiosas.

Naquele sábado também estava na casa do fariseu um homem muito doente, hidrópico. Lucas, o escritor do Evangelho, sendo médico, registrou como hidropisia a doença do pobre homem. Uma doença que afetava rins, coração, pele, etc. Um pobre homem desenganado. E Jesus aproveitou a presença do homem para atingir as fortalezas mentais dos fariseus: É permitido curar no sábado? (Lc 14.3). A Bíblia ressalta que nenhuma resposta Jesus alcançou.

Aconteceu o milagre: Jesus curou o pobre homem. E quantos gritos de júbilo ou glórias a Deus foram dados naquele sábado? Nenhum! Ninguém expressou a mínima alegria. E o texto conta que Jesus continuou a investir: "Se um de vocês tiver um filho ou um boi, e este cair num poco no dia de sábado, não irá tirá-lo imediatamente?" (Lc 14.5). Novamente, silêncio total. 

As fortalezas mentais são construídas sobre argumentos equivocados, distorcidos. Quantas pessoas têm enormes dificuldades de desfrutar das bênçãos de Deus porque são prisioneiras destas fortalezas! 

Em II Corintios 10.4 e 5, Paulo registra que Deus nos concedeu armas para demolir tais fortalezas e anular os argumentos: As armas com as quais lutamos não são humanas, ao contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas. Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

TORNANDO A IGREJA NUM AMBIENTE MARAVILHOSO PARA JESUS


Mas quando os chefes dos sacerdotes e os mestres da Lei viram as coisas maravilhosas que Jesus fazia e as crianças gritando no templo: "Hosana ao Filho de Davi", ficaram indignados, e lhe perguntaram: "Não estás ouvindo o que estas crianças estão dizendo?" Mateus 21.15-16

Nosso compromisso como líderes na Igreja de Jesus Cristo é trabalhar para que a Igreja seja agradável ao crivo do Senhor da Igreja. E como deve ser uma Igreja que agrada ao Senhor Jesus Cristo? Em Mateus 21.12-17, temos pelo menos três características que compõem o ambiente maravilhoso para Jesus.

O texto descreve a ida de Jesus ao templo no período próximo à crucificação. Ele purificou o lugar, operou curas maravilhosas e inspirou as crianças a expressarem louvor a Ele. Entretanto, para os chefes dos sacerdotes e mestres da Lei presentes, a transformação operada por Jesus tornou o lugar insuportável. Podemos concluir então que uma Igreja muito boa na opinião de "especialistas" pode ser péssima no crivo do Messias. E vice versa. 

Igreja mercado ou Casa de Oração? A primeira providência que Jesus tomou no templo em Jerusalém foi expulsar todos os que ali estavam negociando. Ele expulsou todos os que ali estavam comprando e vendendo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. (Mt 21.12). Jesus disse que o lugar de culto a Deus havia se tornado um "covil de ladrões" (v. 13). Mas esta não foi a primeira vez que Jesus agiu assim no templo. Cerca de três anos antes, conforme João 2.13-16, Jesus esteve no lugar e expulsou todos os comerciantes e cambistas. Na ocasião Ele deu a ordem: Parem de fazer da Casa de meu Pai um mercado! (Jo 2.16).

O lugar onde está estabelecido como altar de adoração a Deus e onde se ministra o ensino da Palavra de Deus deve ter como marca registrada a ORAÇÃO. A Igreja se torna num ambiente maravilhoso para Deus quando a ORAÇÃO é marca registrada do Povo de Deus. Casa de Oração, lugar onde se usa desta Chave do Reino que é a oração. Aliás, como é possível produzir os FRUTOS DO REINO sem usar as CHAVES DO REINO? Em Mt 21.43, Jesus afirma que confiará o Reino de Deus ao Povo que lhe dê os frutos do Reino. 

Igreja esclarecida e encaminhada. Após expulsar os negociantes do templo, Jesus realizou milagres de curas. Intencionalmente, Ele dedicou-se naquela ocasião a curar todos os que sofriam de dois males: os cegos e os aleijados (Mt 21.14). Por que Ele curou tão somente CEGOS e ALEIJADOS? Para nos fazer entender que a Igreja dEle precisa propiciar às pessoas: Visão e Discipulado. Na Igreja Viva as pessoas são esclarecidas - libertam-se da cegueira, da ignorância. Tomam ciência de quem Deus É, do que Ele quer e de como devem viver suas vidas nEle e para Ele. Através do discipulado as pessoas aprendem que a vida cristã é uma CAMINHADA. Jesus é o Caminho (Jo 14.6). 

Daí nosso esforço em prol de que as pessoas sejam mais sábias, mais esclarecidas, mais inteligentes. Porque o ambiente somente é maravilhoso para Jesus se há esclarecimento e direcionamento para o Povo de Deus.

Igreja onde até as crianças adoram. Admirável o potencial que as crianças têm para fazer barulho na Igreja. Mas naquele dia o barulho das crianças era muitíssimo lindo. A Bíblia conta que elas gritavam: Hosana ao Filho de Davi! (Mt 21.15). Sim, a Bíblia diz que gritavam de tal modo que os sacerdotes se incomodaram muito com aquilo. Para os sacerdotes era aquela expressão era pura irreverência e heresia. Mas para Jesus era um louvor maravilhoso (v. 16). 

Uma Igreja onde até as crianças têm revelação de quem é Jesus e do quão digno Ele é de ser honrado e adorado - este é o ambiente maravilhoso que devemos buscar construir. 

No templo que Jesus chamou de "mercado" e de "caverna de ladrões", não havia oração verdadeira. Também não havia ensino e direcionamento. As pessoas entravam e saíam sem mudanças significativas em suas vidas. Não havia louvor autêntico. O prédio era lindo, a ornamentação rica, os ministros eram profissionais, mas não havia adoração sincera. 

A IBVN não abre mão de ser um ambiente maravilhoso para Jesus. Cada líder tem o dever de trabalhar em prol de construirmos e mantermos este ambiente. 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O CRISTÃO, AS VESTES NUPCIAIS E O ARREBATAMENTO DA IGREJA


Mas quando o Rei entrou para ver os convidados, notou ali um homem que não estava usando veste nupcial. E lhe perguntou: Amigo, como você entrou aqui sem veste nupcial? O homem emudeceu. Então o Rei disse aos que serviam: amarrem-lhe as mãos e os pés, e lancem-no para fora, nas trevas... (Mateus 22.11-13)

O texto bíblico acima faz parte de uma Parábola contada por Jesus acerca do casamento do filho de um rei e da recusa dos convidados em participar. Jesus referia-se aos israelitas que foram avisados pelos profetas desde Abraão acerca da vinda do Filho, mas que desprezaram o convite de Deus. Tal desprezo fez com que o Pai estendesse o convite aos gentios.

Na Parábola de Mateus 22.8-14, Jesus disse que o Rei ordenou que os servos saíssem pelas ruas e convidassem todos que encontrassem: gente boa e gente má (v. 10). Exatamente, a Bíblia diz que o Rei liberou a celebração também para "gente má". Isto demonstra que o Senhor Deus não se prende ao passado de vergonha e perdição que muitos viveram. Ele é o Deus do perdão, da restauração e da nova oportunidade.

Se você já fez muita coisa errada na vida e se envergonha disto, busque a Deus e desfrute da Graça que faz o homem nascer de novo. A Parábola ressalta que todos os novos convidados tiveram que mudar de vestes. Para permanecer na sala do banquete era imprescindível trajar vestes nupciais. Em Apocalipse 19.8, a Bíblia conta que os salvos por Jesus hão de reunir-se trajando vestes de linho fino, brilhante e puro. 

Estas são as vestes de salvação ou vestes de santidade. Simbolizam a vida transformada de quem crê em Jesus como Senhor e Salvador e se arrependeu de seus pecados. Simbolizam a condição de estar preparado para o arrebatamento da Igreja. 

A Parábola contada por Jesus serve de alerta para aqueles que insistem em permanecer com trapos imundos na congregação dos santos. Em Isaías 64.6, o profeta explica que a justiça própria do homem é insuficiente para santificá-lo. Quem confia em seus próprios "atos de justiça" é coberto por trapos imundos. 

O mesmo Isaías expõe que o próprio Deus, assim como o Rei da Parábola de Mateus 22, concede de Graça aos salvos as vestes de salvação e o manto de justiça. 

É grande o meu prazer no Senhor! Regozija-se a minha alma em meu Deus! Pois Ele me vestiu com as vestes de salvação e sobre mim pôs o manto da justiça... Is 61.10

Amigo, está chegando a hora do Rei passar em revista os convidados para as Bodas do Filho. Por favor, livre-se de todos os trapos imundos. Santifique-se. Consagre-se. Deixe Deus cobri-lo com vestes de salvação e com manto de justiça. 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

EVITE A ROTA DOS REBELDES E TENHA BONS SONHOS


Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: Mestre, não te importas que morramos? Mc 4.38

A Bíblia tem pelo menos duas passagens muito interessantes sobre dormir num barco em meio a terrível tempestade. A primeira descreve o sono do profeta Jonas no porão do navio que o levava do porto de Jope em direção a Társis, na Espanha (Jn 1.4-5: E atiraram as cargas ao mar para tornar o navio mais leve. Enquanto isso, Jonas, que tinha descido ao porão e se deitara, dormia profundamente.). Jonas dormia o sono do desespero, pois seguira na rota dos rebeldes.

A outra passagem conta de Jesus num barco com os apóstolos, atravessando o Mar da Galiléia e sendo assolados por uma repentina e terrível tempestade. Até os quatro apóstolos que tinham muita experiência naquelas águas temiam pelo pior. No entanto, Jesus dormia calmamente na popa do barco. (Mc 4.38). Jesus dormia o sono do descanso em Deus. O sono de Jesus era o sono dos justos, daqueles que se entregam àquele que cuida dos seus amados mesmo enquanto dormem. Quem depende do Pai não perde o sono durante as adversidades.

Rejeite todo traço de rebeldia em sua vida. O Salmo 1 nos ajuda a reconhecer as decisões que nos livram do tipo de sono de Jonas e que nos afinam ao caráter de Jesus.

1. Para ser como Jesus: rejeite os conselhos dos ímpios (Sl 1.1). Lembre-se:por vezes há ímpios dentro dos templos, fazendo-se passar por cristãos. 

2. Para ser como Jesus: não imite a conduta dos pecadores (Sl 1.1). Inspire-se nos fiéis e perseverantes. 

3. Para ser como Jesus: não participe do círculo dos zombadores (Sl 1.1). Há muitos que zombam e escarnecem do que não compreendem. Não participe destas estultícies. 

4. Para ser como Jesus: tenha prazer em conhecer e praticar a Palavra (Sl 1.2). Que a Palavra esteja inculcada, "escondida" dentro do seu coração. 

5. Para ser como Jesus: tenha aliança com seu Povo, sua Igreja. (Sl 1.3). A árvore plantada junto às águas correntes, que tem raízes aprofundadas, é saudável e frutífera. Seja como esta árvore - plantado na Casa de Deus. 

Adotando estes procedimentos você jamais sofrerá do sono que levou Jonas ao porão do navio. Seu sono será tranquilo e sossegado como o de Jesus. 


segunda-feira, 14 de julho de 2014

DISCIPULADO AUTÊNTICO E SEM ABUSOS


O discípulo não está acima do seu mestre, mas todo aquele que for bem preparado será como o seu mestre. Lc 6.40

O termo discípulo é utilizado fartamente nos Evangelhos e também no livro de Atos dos Apóstolos. Afinal, a Igreja dos apóstolos recebeu a clara incumbência de fazer discípulos a partir de Jerusalém e até os confins da Terra. A ordem de Jesus é que todo cristão seja discípulo e faça discípulos. E o que, exatamente, significa "ser discípulo"?

Ser discípulo pressupõe estar sob a autoridade de um mestre ou discipulador. Por isso Jesus afirmou que "o discípulo não está acima do seu mestre" em Lc 6.40 e também em Mt 10.24. O discípulo está sob a autoridade do seu mestre. Autoridade em relação ao ensino da doutrina de Cristo. Em Hb 13.7, a Bíblia ordena que haja o reconhecimento por parte dos crentes do ensino da Palavra de Deus que lhes é transmitido por seus líderes. O discipulador tem o dever e a autoridade de ministrar ensino bíblico para o discípulo e cobrar dele a prática dos mandamentos.

Ser discípulo significa estar sob treinamento com vistas a tornar-se um "imitador" do seu mestre. Em Lc 6.40, Jesus disse que o discípulo bem preparado será como o seu mestre. Assim, o compromisso do discipulador é ser inspirador e exemplar. Em Hb 13.17, a Bíblia ressalta novamente a relação de respeito e sujeição à autoridade que deve haver entre discípulos e líderes: Obedeçam aos seus líderes e submetam-se à autoridade deles. Eles cuidam de vocês como quem deve prestar contas. Obedeçam-lhes, para que o trabalho deles seja uma alegria e não um peso... Em Gl 6.6, a Bíblia recomenda ainda a gratidão e gratificação que o discípulo bem instruído na Palavra deve ter para com quem o instrui. 

Mas que fique bem claro: o discipulado não libera ninguém para o abuso e a defraudação. O discípulo não pode abusar de seu líder. O líder espiritual é líder espiritual. Não é progenitor. Não é "marido de aluguel" (este profissional moderno que conserta problemas elétricos, hidráulicos, etc). Não é babá, não é banco. Não é discipulador de tempo integral - ou seja, não está disponível 24 h por dia. É líder espiritual.

E que fique bem claro que o líder também não pode abusar do discípulo. Não pode tirar vantagens pessoais do discipulado. Discípulo não é empregado de discipulador. A relação deles é de liderança espiritual. Honra sim, abuso nunca. Ambos são servos. E o objetivo do discipulador é treinar o discípulo para que este reproduza seu caráter de servo e de mestre. 

Que o Senhor Deus nos abençoe nesta Visão de Discipulado que é a Visão de Jesus para a Igreja.   


quarta-feira, 25 de junho de 2014

ONDE O SENHOR ENCONTRARÁ FÉ NESTA CIDADE?


Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na Terra? Lc 18.8

Jesus aproveitou o momento quando contava a história de uma viúva perseverante que venceu a má vontade de um juiz que não temia a Deus e nãos e importava com as pessoas. De tanto que ela insistiu, o juiz acabou por julgar seu caso e deu-lhe ganho de causa. Esta história foi a deixa para Jesus anunciar um problema dos últimos dias: fé haverá de ser algo raro na Terra.

Deus nos quer cheios de fé. Porém, a multiplicação da maldade na humanidade produz um efeito devastador que afeta em cheio o Povo de Deus. Apostasia é a palavra bíblica que significa "abandonar a fé". A viúva da história contada por Jesus insistiu e alcançou a justiça porque não desanimou. A fé nos faz perseverantes e capazes de enfrentar adversidades.

Para mantermos nossa fé precisamos da oração. Em Lc 18.1, o Evangelista registra: Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar que eles deviam orar sempre e nunca desanimar. Orar sempre. Quando oramos nos enchemos de Deus e fortalecemos nossa fé, nossa certeza de que Ele é fiel. 

Devemos ser como os apóstolos que em Lc 17.5, disseram ao Senhor Jesus: Aumenta a nossa fé! A resposta de Jesus aos Doze foi de que se eles tivessem "fé do tamanho de um grão de mostarda" poderiam dizer a uma amoreira que se arrancasse da terra e se lançasse no mar e que isto ocorreria. A fé nos faz crer no Deus do impossível. 

Qual a relação da fé com um grão de mostarda? Sabemos que a semente da mostarda é minúscula, mas que a planta é bem vistosa e robusta. Nossa fé nos permite lançar palavras de fé, palavras proféticas. Nossas orações, rogos, intercessões e palavras proféticas são como "sementes de mostarda" que parecem imperceptíveis, mas que com o passar do tempo provocam grandes efeitos.

O mundo carece de homens e mulheres de fé. Estas pessoas têm a atenção de Deus. Em II Crônicas 16.9, lemos: Pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a Terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração. No planeta que abriga cerca de sete bilhões de seres humanos as pessoas que têm fé são reconhecidas por Deus.

Aonde existem pessoas de fé nesta cidade? Faça a oração dos apóstolos: Aumente a nossa fé, Senhor! Faça a súplica do pai do menino de Mc 9 e Lc 9: Ajuda-me a vencer a minha incredulidade, Senhor! 


sábado, 21 de junho de 2014

O TESTEMUNHO DE QUEM CONHECE A DEUS


Eles afirmam que conhecem a Deus, mas por seus atos o negam... Tito 1.16

Conhecer a Deus significa ter comunhão, convivência e caminhada com Ele. E para alguém andar com Deus é preciso romper com o pecado. Por isso o apóstolo Paulo refere-se em Tito 1.15 aos "puros": Para os puros, todas as coisas são puras, mas para os impuros e descrentes... Existe uma pureza que é uma das marcas registradas daqueles que conhecem a Deus.

Paulo afirmou que os impuros têm sujeira na mente e na consciência: De fato, tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas. (Tito 1.15b). E estas pessoas, mesmo dizendo que conhecem a Deus, demonstram o contrário por suas ações.

Em Tito 1.16, o apóstolo usou três adjetivos para descrever a típica vida destas pessoas: detestáveis, desobedientes e desqualificados.
São detestáveis porque se prestam a praticar o que as Escrituras chamam de abominações e obras da carne. São desobedientes, porque descumprem aos mandamentos e desrespeitam as autoridades. São desqualificados, porque são incapazes de promover ou participar de ações que exaltam o Nome de Deus.

Quem conhece a Deus é movido por fé. Confia em Deus e honra a Ele com fidelidade, esforço, obediência, santidade e perseverança. E não se conforma com o mundo. Resiste à corrupção e não aceita imundície em sua alma, servindo a Deus com uma consciência limpa. 

Conheçamos o Senhor; esforcemo-nos por conhecê-lo. Tão certo como nasce o Sol, Ele aparecerá; virá para nós como as chuvas de inverno, como as chuvas de primavera que regam a Terra. Oséias 6.3